TapNTable 0.12.0: Legal e Relatórios
As páginas legais mostram finalmente o que o admin escreveu
Havia um problema antigo e silencioso: quando editava a política de privacidade ou o texto do banner de cookies na língua principal do restaurante, a alteração ficava guardada mas o site continuava a mostrar a versão que veio com o modelo. A tradução da língua principal escondia a edição. A partir desta versão, o que escreve na língua principal é a fonte de verdade e todas as cópias ficam alinhadas por si - incluindo as páginas e o banner que já tinha, que são corrigidos automaticamente na atualização.
Um visitante que use uma língua sem tradução vê agora a página na língua do restaurante e não em inglês. O mesmo vale para o nome da página no rodapé, para os links do banner de cookies e para o texto da caixa de consentimento nas reservas: os três dizem sempre o mesmo que a página que abrem.
Variáveis do restaurante sempre atuais
Os modelos legais usam variáveis como o nome, a morada, o telefone ou o email do restaurante. Até agora eram substituídas uma única vez, quando carregava o modelo; se mudasse o nome do restaurante, o documento ficava desatualizado. Agora ficam vivas: a página pública mostra sempre os dados atuais do restaurante, e o editor ganhou uma legenda com as oito variáveis disponíveis e o que cada uma faz. Só a data continua fixa no dia em que carregou o modelo, porque é a data do documento.
Cada gravação de uma página legal fica registada como uma revisão, e cada aceitação de um cliente aponta para a revisão que ele leu, com os valores das variáveis nesse instante. Se um dia precisar de provar o que um cliente aceitou, consegue reconstruí-lo exatamente.
Quando os modelos legais do TapNTable forem atualizados numa versão futura, o novo comando legal:refresh permite adotar o texto novo nas páginas que nunca editou - e só nessas. Uma página que tenha alterado à mão nunca é tocada sem pedir.
Cookies por categoria, com registo do consentimento
O banner de cookies passou de dois botões para três: “Aceitar tudo”, “Só necessários” e “Personalizar”, onde o cliente liga ou desliga os cookies de análise. O Google Analytics só arranca quando a categoria de análise foi aceite. Cada escolha fica registada no servidor de forma anónima - sem nome nem conta, apenas a escolha, a data e um identificador do consentimento - para que tenha prova de que o consentimento foi pedido e dado.
Exportação CSV em todos os relatórios
Todos os relatórios de análise exportam agora para CSV com o mesmo formato: um cabeçalho com o nome do relatório, o período e a moeda, e números limpos que o Excel e o Google Sheets leem sem truques. Quatro áreas que não tinham exportação ganharam-na: prato do dia, franquia, feedback e equipa. Os PDF de menu, marketing e promoções passaram a mostrar o símbolo da moeda, e os gráficos formatam os valores monetários corretamente.
O botão de exportar aparece em todas as páginas de análise, e quem não tem permissão para exportar vê o botão desativado com uma explicação em vez de um erro. As exportações do índice de entregas, uma funcionalidade ainda em preparação, foram retiradas para não confundir.
E mais
- Uma data inválida num filtro de relatório deixa de dar erro e volta ao período por omissão.
- O painel “Personalizar” do banner de cookies é acessível por teclado: ao abrir, o foco vai para o interruptor de análise.
- O registo de consentimento aguenta uma sala inteira atrás do mesmo endereço de rede sem perder escolhas.